AC1A2000-2

Avaliação auditiva na infância

 

 

  A avaliação auditiva na criança pode ser realizada através de métodos objetivos (não dependem da resposta) e subjetivos (dependem da colaboração do paciente), e são dependentes para a realização do diagnóstico diferencial da deficiência auditiva.

 

O primeiro exame que o bebê deve realizar, de preferência até o primeiro mês de vida é o exame de Emissões Otoacústicas “Teste da Orelhinha”. Este exame avalia a cóclea (órgão responsável pela audição) e não depende da resposta do paciente. Quando o bebê falha neste teste deve ser encaminhado para exames complementares, que inclui a avaliação do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico “PEATE, BERA”.

            O PEATE deve ser realizado também em crianças que passaram na Triagem Neonatal, porém possuem indicadores de risco para perda auditiva - como os bebês que permaneceram internados em UTI neonatal, que receberam antibiotioterapia, com baixo peso, prematuros extremos, etc. Neste exame potenciais elétricos são gerados no nervo coclear e tronco encefálico a partir de um estímulo acústico, através de eletrodos que são colocados na cabeça do bebê, juntamente com fone ou vibrador ósseo (no caso das malformações). É capaz de identificar o tipo e o grau de perda auditiva e em quais frequências ela ocorre (PEATE Frequência-Específica), que é fundamental para definir qual a melhor conduta para o tipo de perda auditiva do paciente. É considerado padrão-ouro no diagnóstico de perda auditiva em crianças menores de 3 anos de idade. O procedimento é realizado com a criança somente se estiver em sono natural ou sob sedação.

 

 

 

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